CRIANÇA EXPOSTA AO HIV

Entende-se como criança exposta ao HIV aquela nascida de mulher vivendo com HIV ou que tenha sido amamentada por essa mulher. A identificação precoce e o acompanhamento sistemático dessas crianças permitem o diagnóstico virológico oportuno, o início precoce da profilaxia e da terapia antirretroviral (TARV), quando indicado, além de garantir o vínculo com os serviços de saúde e o acesso às imunizações necessárias, contribuindo para a redução da morbimortalidade infantil por aids.

Na prevenção da transmissão vertical do HIV, o foco principal está na redução da carga viral materna, por meio de:

  • Uso contínuo de terapia antirretroviral (TARV) durante a gestação, parto e puerpério
  • Monitoramento regular da carga viral

 

Adicionalmente, os cuidados com o recém-nascido incluem:

  • Profilaxia antirretroviral imediata no pós-parto
  • Uso de fórmula infantil (contraindicação do aleitamento materno)
  • Seguimento clínico e laboratorial da criança, conforme protocolo

 

A implantação da investigação dos casos de criança exposta ao HIV, em nível estadual, tem como objetivo qualificar a vigilância e o monitoramento clínico-laboratorial dessas crianças pelo período preconizado, possibilitando o acompanhamento adequado dos casos.

Banner com fundo em tom avermelhado mostrando um bebê sendo segurado por um adulto, com foco nas mãos. Sobre a imagem, em destaque, o texto: CRIANÇA EXPOSTA AO HIV.

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