Mais uma importante iniciativa marca o enfrentamento das arboviroses na temporada 2025/2026, especialmente a dengue. A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), realiza o III Seminário Estadual de Arboviroses, nesta terça e quarta-feira, 4 e 5 de novembro, em Florianópolis.
O evento tem o objetivo de atualizar, mobilizar e articular a rede municipal de saúde nas ações de vigilância epidemiológica, controle integrado de vetores e assistência aos pacientes, fortalecendo a preparação do Estado para o enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. O evento contará com palestrantes do Ministério da Saúde, da SES e de pesquisadores sobre a temática.
Com a chegada do período mais quente e úmido do ano, as condições climáticas se tornam mais favoráveis à reprodução do mosquito, aumentando o risco de transmissão de doenças como dengue, chikungunya e zika vírus nas próximas semanas. Diante desse cenário, a SES tem intensificado as ações de prevenção e controle em parceria com os municípios catarinenses.
“Considerando o risco de aumento de casos de dengue e chikungunya, associado as condições climáticas, que favorecem a reprodução do mosquito, o Seminário acontece para discutirmos e planejarmos com os municípios e equipes regionais, as atividades de vigilância, controle integrado de vetores e assistência dos casos, envolvendo todos os participantes”, ressalta João Augusto Fuck, diretor da DIVE.
A SES reforça ainda a importância da participação da população no combate ao Aedes aegypti. Manter os ambientes limpos, eliminar recipientes que possam acumular água e denunciar locais com possíveis focos do mosquito são atitudes essenciais para reduzir o risco de transmissão. “A principal medida de prevenção é eliminar os criadouros do mosquito, que estão, em sua maioria, dentro ou ao redor das residências”, alerta João.
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A Gerência Regional de Saúde (Gersa) de Lages realizou, recentemente, a 5ª edição da Oficina Regional de Vigilância do Óbito. O evento ocorreu no auditório da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) e contou com a participação de aproximadamente 100 profissionais da região, incluindo interlocutores municipais do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), médicos da Atenção Primária à Saúde e representantes de instituições hospitalares da Serra Catarinense.
O objetivo do encontro foi aprimorar a qualidade das informações de mortalidade na região, elevando a completude e a precisão das Declarações de Óbito (DO). Dessa forma, busca-se fortalecer a produção de dados essenciais para o planejamento de ações em saúde.
A condução do encontro ficou a cargo do Dr. Yuri Figueiredo, médico pediatra, codificador e integrante da equipe de Vigilância dos Óbitos da Divisão de Vigilância Epidemiológica (DIVE) e do Centro de Pesquisa em Mortalidade e Informação em Saúde (Cepomif). Ele abordou aspectos técnicos e práticos relacionados ao correto preenchimento da Declaração de Óbito, contribuindo para a qualificação das informações.
Segundo Anna Scoz, interlocutora regional do SIM, “a oficina representa um importante momento de aprendizado e integração entre os municípios, fortalecendo o compromisso com a qualidade das informações em saúde. A qualificação das Declarações de Óbito reflete diretamente na compreensão dos indicadores de saúde e no direcionamento de ações de prevenção e promoção da saúde na região”.
Estiveram presentes na abertura do evento a gerente regional de saúde, Nalu Julio, e a secretária municipal de Saúde de Lages, Susana Zen. Ambas destacaram a importância do fortalecimento da integração entre os níveis de atenção e as instituições de saúde, visando à melhoria contínua na qualidade dos dados e na assistência prestada à população.
A iniciativa foi promovida por meio da Interlocução Regional do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), em parceria com a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Lages.
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A Secretaria de Estado da Saúde, em conjunto com a equipe da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis, realizou nesta segunda-feira, 27, a aplicação de inseticida com a técnica de Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) nas dependências do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), no Centro da capital. A ação faz parte da intensificação das medidas de controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, principalmente nesta época do ano que começam as chuvas e o aumento das temperaturas, fatores que colaboram para a proliferação do mosquito.
A Borrifação Residual Intradomiciliar é uma técnica de controle químico voltada ao enfrentamento do Aedes aegypti. O método consiste na aplicação de um inseticida de ação residual em paredes internas de imóveis de grande circulação e permanência de pessoas. O produto forma uma película protetora que permanece ativa por até quatro meses, eliminando os mosquitos adultos que entram em contato com as áreas tratadas.
Segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), o principal objetivo é reduzir a densidade de mosquitos adultos, interrompendo ou evitando a transmissão viral, em complemento às demais ações de controle vetorial já realizadas pelos municípios.
“A Secretaria vem estimulando o uso da BRI pelas equipes municipais, e para isso, iniciou um processo de aplicação nas suas estruturas físicas, assim como o adquiriu 100 bombas para auxiliar os municípios na execução desta atividade. Além disso, a DIVE tem promovido uma ampla mobilização para capacitar as equipes técnicas das 17 Gerências Regionais de Saúde e dos municípios. Até o momento, mais de 440 profissionais já foram treinados para realizar a aplicação do produto, abrangendo 195 municípios catarinenses”, explicou João Augusto Fuck, diretor da DIVE.
A iniciativa integra o conjunto de ações estratégicas do Estado para o enfrentamento das arboviroses, reforçando a importância da vigilância ativa, do controle vetorial e da participação da população na eliminação de criadouros do mosquito. No dia 30 de outubro, está prevista a aplicação da BRI nas dependências do Batalhão da Polícia Militar, em Florianópolis, assim como outros prédios devem receber a aplicação nos próximos meses, sejam pelas equipes estaduais ou municipais.
Apesar da intensificação das atividades, o enfrentamento ao Aedes aegypti depende da colaboração de toda a sociedade, principalmente na eliminação de locais com água parada. A SES orienta sobre a importância de eliminar ou adequar recipientes que possam acumular água, e seguir atenta a possíveis criadouros em casa e nos arredores.
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Os profissionais de diversas áreas da Secretaria de Estado da Saúde (SES) participaram, entre os dias 21 e 24 de outubro, de uma oficina para o aprimoramento da vigilância dos vírus respiratórios. O encontro também busca o fortalecimento das coordenações estaduais na preparação e resposta oportuna a futuras emergências de saúde pública, com ênfase nas Síndromes Respiratórias Agudas (SRAG).
Além das áreas de vigilância e assistência da SES, também participaram equipes de algumas unidades hospitalares, municípios, agricultura, Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) e saúde indígena. O encontro foi promovido pelo Ministério da Saúde em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Conselho de Secretários de Saúde (CONASS).
Foram discutidos e analisados estudos de casos, dentro de uma metodologia denominada Mosaico, no sentido de fortalecer os sistemas de saúde nas ações de prevenção, vigilância, preparação e resposta a patógenos com potencial epidêmico e pandêmico.
“A participação nesses espaços é fundamental para a troca de experiências e o aprimoramento contínuo do trabalho de vigilância que realizamos em Santa Catarina. É a partir da detecção precoce e oportuna de uma doença, que a rede pode se preparar para uma resposta”, destacou João Augusto Fuck, diretor da DIVE.
Ainda, a Oficina Mosaico busca contribuir para fortalecer a resiliência da vigilância em saúde pública, promovendo uma atuação coordenada e colaborativa entre os sistemas já existentes e ajudando a suprir lacunas de conhecimento. A partir disso, foi elaborado um Plano, com pontos a serem qualificados e medidas a serem implementadas na vigilância dos vírus respiratórios, pelas diferentes áreas da Secretaria.
O evento reforça o compromisso do Estado com a vigilância ativa, integrada e de excelência, contribuindo para a proteção da saúde da população catarinense e para o fortalecimento contínuo do Sistema Único de Saúde (SUS).
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Estamos na última semana da Estratégia para Atualização da Caderneta de Vacinação de Crianças e Adolescentes menores de 15 anos em Santa Catarina e, até o momento, foram aplicadas 191.584 doses de vacina. A ação promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) junto com os municípios, tem o objetivo de ampliar as coberturas vacinais e proteger a população contra doenças imunopreveníveis.
Nesse período, a faixa etária mais imunizada foi as crianças menores de 1 ano de idade, com 59.415 doses aplicadas. Durante a campanha, todas as salas de vacinação dos municípios catarinenses estarão abertas para receber crianças e adolescentes. Os profissionais de saúde vão avaliar a situação vacinal e aplicar as doses em atraso, conforme o calendário nacional. Entre as vacinas disponíveis estão aquelas que protegem contra poliomielite, sarampo, febre amarela, coqueluche, meningite, HPV, entre outras.
No Dia D de Mobilização Estadual da Vacinação (18/10), unidades de saúde em todo o estado contaram com a participação dos catarinenses. Foram aplicadas 27.185 doses nas crianças e adolescentes até 19 anos de idade. As faixas etárias que mais receberam as doses foram a de 2 a 4 anos com 6.298 e as de 5 a 11 anos com 6.186.
“O Dia D é resultado do trabalho das equipes de saúde, que se dedicaram intensamente para garantir o acesso às vacinas e conscientizar a população sobre a importância da imunização”, afirmou João Augusto Fuck, diretor da Dive.
A SES reforça que a campanha continua nas unidades de saúde e que a vacinação é uma ação contínua. Pais e responsáveis devem procurar os postos para atualizar as vacinas das crianças e adolescentes que ainda não puderam comparecer.
A vacinação é uma das estratégias mais eficazes para prevenir doenças e salvar vidas. Manter a caderneta em dia é um ato de cuidado e responsabilidade com a saúde individual e coletiva.
Vacinas para outras idades
Diante do risco contínuo de reintrodução do sarampo, Santa Catarina tem desenvolvido ações de intensificação vacinal, incluindo a aplicação da dose zero e a busca ativa de não vacinados. Por isso, a população de 12 meses a 59 anos também poderá se vacinar contra a doença, reforçando a proteção e prevenindo a reintrodução da doença.
“Além de crianças e adolescentes, a campanha vai oportunizar a vacinação contra o sarampo e o resgate de não vacinados com a vacina HPV para a atualização destas vacinas, de qualquer pessoa da idade recomendada, que o esquema vacinal não esteja em dia”, reforça João Augusto Fuck, diretor da DIVE.
Os municípios também vão oportunizar resgate de não vacinados contra o HPV na faixa etária de 15 a 19 anos até dezembro de 2025. Desta forma, a multivacinação é uma oportunidade estratégica para fortalecer a imunização no Estado.
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