O aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças acende um alerta em Santa Catarina para a circulação dos vírus respiratórios e a importância da vacinação. Até o momento, o estado registrou 1.831 casos da enfermidade em crianças de 0 a 9 anos em 2026. Desses, 352 foram internados em UTI e ocorreram 16 mortes.
Diante do cenário e da aproximação das temperaturas mais baixas, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) reforça a importância da vacinação contra a gripe, especialmente entre os grupos prioritários, que incluem crianças de 6 meses a 6 anos. O imunizante é gratuito e está disponível nas salas de vacinação de todo o estado.
Desde o início da campanha, Santa Catarina já recebeu mais de 1,7 milhão de doses da vacina contra a influenza. Até o momento, foram imunizados 22,91% do grupo prioritário das crianças.
“Quanto mais rápido nossas crianças estiverem vacinadas, mais protegidas estarão agora no início das baixas temperaturas, época em que aumenta a circulação dos vírus de transmissão respiratória. Não espere adoecer, procure imediatamente a sala de vacina mais próxima”, destaca o superintendente de Vigilância em Saúde, Fábio Gaudenzi.
A população-alvo compreende ainda idosos, gestantes, pessoas com comorbidades, públicos mais suscetíveis às formas graves da doença. Além da vacinação, a SES orienta a adoção de medidas preventivas, como higienização frequente das mãos, etiqueta respiratória e evitar contato próximo em caso de sintomas gripais.
Por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), também foi publicado um informativo para os serviços de saúde e para a população diante do aumento antecipado das notificações de SRAG no estado. Confira o Boletim de Vigilância das Síndromes Respiratórias.
Mais informações:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde
A Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), realiza a oficina “Ferramentas estratégicas para gestão de riscos e resposta oportuna a Emergências em Saúde Pública”, entre os dias 12 e 14 de maio, em Florianópolis.
O evento, organizado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), reúne profissionais da SES, das Secretarias Municipais de Saúde e instituições parceiras. O objetivo é fortalecer a capacidade de preparação, avaliação de risco e resposta rápida diante de crises e emergências de saúde pública.
A iniciativa é crucial, especialmente após a pandemia de COVID-19, que destacou a necessidade de sistemas de vigilância mais eficientes e preparados para detectar e reagir rapidamente a ameaças. Além de novas doenças, Santa Catarina e outras regiões enfrentam riscos sazonais, como inundações, ciclones e surtos de infecções, que exigem planejamento contínuo e respostas coordenadas.
Para lidar com isso, o estado está adotando uma abordagem baseada em risco. Esse processo envolve identificar de forma sistemática as ameaças e avaliar o impacto potencial de diferentes eventos sobre a saúde pública, o que ajuda a planejar ações de prevenção, detecção precoce e resposta.
“Fortalecer a capacidade técnica das equipes é fundamental para garantir respostas mais rápidas e efetivas diante das emergências. A oficina representa uma oportunidade estratégica de alinhamento de conceitos, integração entre instituições e aprimoramento dos processos de vigilância e gestão de riscos”, destaca João Augusto Fuck, diretor da DIVE.

Durante os trabalhos, foram apresentadas ferramentas e métodos desenvolvidos pela OPAS para apoiar a avaliação e melhoria dos sistemas de emergência. Entre eles:
- Ferramenta Estratégica para Avaliação de Riscos (STAR): Permite avaliações estratégicas baseadas em dados sobre riscos à saúde pública nos níveis estadual e municipal.
- Avaliações Rápidas de Risco (ARR): Uma metodologia usada para eventos agudos (que surgem de repente) para estimar a probabilidade de uma ameaça ocorrer e seus potenciais impactos à saúde.
“A integração entre vigilância, assistência e gestão é indispensável para ampliar a capacidade de resposta do sistema de saúde. A troca de experiências e o uso de ferramentas padronizadas fortalecem a tomada de decisão baseada em evidências”, completa João Fuck.
A expectativa é que a oficina fortaleça a atuação integrada entre estado, municípios e instituições parceiras, tornando o sistema de saúde mais preparado para enfrentar possíveis ameaças e situações de risco.
Mais informações:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) está realizando uma pesquisa com motociclistas para compreender comportamentos, fatores de risco e percepções relacionados à segurança no trânsito em Santa Catarina. A iniciativa integra as ações do Maio Amarelo 2026, movimento internacional voltado à conscientização para a redução de acidentes. O objetivo é subsidiar o planejamento de estratégias mais efetivas de prevenção, educação e promoção da saúde no trânsito.
Viabilizado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), o questionário é direcionado exclusivamente a motociclistas e aborda temas como hábitos de condução, uso de equipamentos de proteção, exposição a situações de risco, condições de saúde e histórico de acidentes. O tempo médio de resposta é de 5 a 7 minutos, com participação voluntária e anônima.
“A meta é alcançar cerca de 2,5 mil respondentes em todo o estado. A adesão dos motociclistas vai garantir a qualidade e a representatividade dos dados, sendo essencial o apoio de instituições e parceiros na divulgação da pesquisa”, destaca Aline Arceno, gerente de Análises Epidemiológicas e Doenças e Agravos Não Transmissíveis da DIVE.
Os dados coletados serão analisados e consolidados em um infográfico estadual, com previsão de divulgação ao longo do mês de maio. Os resultados devem contribuir para o fortalecimento de políticas públicas e para o desenvolvimento de ações educativas voltadas à segurança no trânsito.
A ação conta com o apoio de diversas instituições, entre elas: Departamento Estadual de Trânsito de Santa Catarina (Detran/SC), Comitê Estadual de Trânsito, Rede Vida no Trânsito de Florianópolis, Ministério Público de SC, Regionais de Saúde com seus respectivos municípios, iFood, além de motoclubes, concessionárias, a Associação dos Motociclistas de Santa Catarina.
A DIVE destaca a importância da participação dos motociclistas e do engajamento da sociedade na construção de um trânsito mais seguro para todos.
Acesse e participe da pesquisa AQUI!
Mais informações:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde
e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) de Santa Catarina reforça o chamado à população dos grupos prioritários para a Campanha de Vacinação contra a Gripe (Influenza), considerando a proximidade com o período de maior circulação do vírus. A cobertura vacinal segue abaixo da meta estabelecida de 90% para os grupos prioritários, após um mês do início da campanha. A imunização é gratuita e ocorre nas salas de vacina de todo o estado.
De acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), a cobertura de vacinação permanece abaixo do esperado, especialmente entre os públicos mais vulneráveis: crianças de 6 meses a 6 anos, alcançando apenas 15,21%; gestantes com 29,10%; e idosos, chegando a 30,83%.
“Temos observado baixa adesão à vacinação contra a gripe entre as crianças, o que nos preocupa especialmente neste momento de aproximação do inverno. Esse público é mais vulnerável às complicações da influenza, e, com a queda das temperaturas, a circulação de vírus respiratórios aumenta consideravelmente. Por isso, é fundamental que pais e responsáveis levem seus filhos para se vacinar o quanto antes”, alerta o diretor da DIVE, João Augusto Fuck.
Mesmo em regiões onde o frio costuma ser mais intenso, como a Serra catarinense e o Meio Oeste, é preciso avançar na imunização dos grupos prioritários, que contam atualmente com coberturas de 33,57% e 34,10%, respectivamente.
“A imunização é extremamente importante para evitar internações e o agravamento de doenças respiratórias, principalmente na população dos grupos prioritários, que são os mais vulneráveis”, reforça o diretor.
Sobre a vacina
A vacinação anual é a medida mais eficaz para a prevenção da gripe e suas consequências, já que o vírus sofre constantes mutações e exige a atualização das cepas. O imunizante trivalente, oferecido gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o estado, protege contra os principais vírus influenza em circulação no Brasil: o influenza A (H1N1), o influenza A (H3N2) e o vírus influenza B.
É importante ressaltar que a proteção adequada ocorre de duas a três semanas após a aplicação. A dose da vacina não causa gripe e pode ser administrada simultaneamente com outros imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação.
Confira os grupos prioritários para vacinação contra influenza 2026 AQUI!
Mais informações:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde
e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Santa Catarina avança na campanha de vacinação contra a Influenza com a distribuição contínua de doses em todas as regiões do estado. Até o momento, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) recebeu seis remessas do imunizante enviadas pelo Ministério da Saúde, totalizando 1,4 milhão de doses.
A remessa mais recente, com 248 mil doses, chegou ao estado no dia 30 de abril. A partir do recebimento, a SES iniciou imediatamente a operação logística para a rápida distribuição aos municípios catarinenses, garantindo a continuidade da vacinação dos grupos prioritários. O envio das doses começou ainda no feriado de 1º de maio e segue até quinta-feira, 7. Importante destacar que o Ministério da Saúde é responsável pela compra e o envio das doses, cabendo ao Estado a distribuição junto aos municípios.
“O envio contínuo de vacinas é fundamental para manter o ritmo da campanha e ampliar a cobertura vacinal em todo o estado. Sempre que recebemos as doses do Ministério da Saúde, encaminhamos rapidamente para as regiões. Nosso objetivo é garantir que todos os municípios recebam as doses no tempo adequado para proteger os grupos mais vulneráveis”, destaca João Augusto Fuck, diretor da Vigilância Epidemiológica Estadual (DIVE).
Os dados demonstram uma disparidade entre a meta estabelecida e o quantitativo de doses recebidas: população prioritária estimada (Informe da Campanha do Ministério da Saúde): 3.264.818 pessoas - total de doses enviadas até o momento: 1.4 milhão de doses. No início deste mês, o Secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi enviou ofício ao Ministério da Saúde manifestando a sua preocupação com o quantitativo de doses recebidas pelo MS.
“O número de doses enviadas representa apenas 33,8% do quantitativo necessário para atingir o público alvo, inviabilizando o alcance da meta de 90% de cobertura vacinal nos grupos prioritários. Diversos municípios catarinenses estão comunicando à SES que não possuem mais estoques para dar seguimento à vacinação, paralisando a imunização da população prioritária em um momento epidemiologicamente crucial”, explica o gestor.
Fazem parte dos grupos prioritários crianças entre 6 meses até os 6 anos de idade, idosos a partir dos 60 anos de idade, gestantes e puérperas, pessoas com doenças crônicas e deficiências permanentes, entre outros. Até o momento, a cobertura vacinal é de 29,3%, o que reforça a importância da adesão à campanha por parte da população elegível.
A vacina trivalente protege contra o vírus influenza A (H1N1 e H3N2) e o influenza B, e tem como principal objetivo reduzir as complicações, internações e óbitos decorrentes da doença, especialmente entre a população-alvo para a imunização.
A vacinação é segura, gratuita e essencial para diminuir a circulação do vírus. A Secretaria de Estado da Saúde orienta que as pessoas dos grupos prioritários procurem a unidade de saúde mais próxima e mantenham a caderneta de vacinação atualizada, contribuindo para a prevençao de casos graves e complicações da influenza.
CRONOGRAMA DE ENTREGA:
01/05 Sexta: Araranguá, Criciúma e Tubarão;
04/05 Segunda: Floripa, Itajaí e Blumenau;
05/05 Terça: Joaçaba, Videira e Joinville;
06/05 Quarta: Mafra, Jaraguá, Lages e Rio do Sul;
07/05 Quinta: Concórdia, São Miguel do Oeste, Chapecó e Xanxere.
Confira os grupos prioritários para vacinação contra influenza 2026 AQUI!
Mais informações:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde