Informe Epidemiológico Ano 2018 – Vigilância da Influenza

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A vigilância da influenza no Brasil é composta pela sentinela de síndrome gripal (SG), de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e pela vigilância universal de SRAG.

Vigilância sentinela da influenza

A vigilância sentinela conta com uma rede de unidades distribuídas em todas as regiões geográficas do país e tem como objetivo principal identificar os vírus circulantes, além de permitir o monitoramento da demanda de atendimento por essa doença. Os dados são coletados por meio de formulários padronizados e inseridos no sistema de informação online SIVEP-GRIPE. Atualmente, estão ativas 252 Unidades Sentinelas, sendo 140 de SG, 112 de SRAG em UTI e 17 sentinelas mistas. Em Santa Catarina, temos 7 Unidades Sentinelas em três municípios:

● Joinville: 2 Unidades Sentinelas de SRAG (Hospital Regional Hans Dieter Schmidt e Hospital Jeser Amarante Faria) e 1 unidade de SG (UPA 24h Aventureiro);

● Florianópolis: 2 Unidades Sentinelas de SRAG (Hospital Nereu Ramos e Hospital Infantil Joana de Gusmão) e 1 de SG (UPA Sul da Ilha);

● São José: 1 Unidade de SG no Hospital Regional Homero de Miranda Gomes.

Vigilância universal da influenza

As informações aqui contidas são oriundas da vigilância universal da síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que monitora os casos hospitalizados e óbitos com o objetivo de identificar o comportamento do vírus Influenza, orientando os órgãos de saúde na tomada de decisão frente à ocorrência de casos graves de SRAG causados pelo vírus.

Os dados são coletados pelas Secretarias Municipais de Saúde, por meio de formulários padronizados, e inseridos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação on-line: SINAN Influenza Web. As amostras laboratoriais são coletadas e encaminhadas para a análise no LACEN/SC - Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina. As informações apresentadas neste informe são referentes ao período que compreende as semanas epidemiológicas (SE) 01 a 52 de 2018, ou seja, casos com início dos sintomas em 31/12/2017 até os registrados em 29/12/2018.

A síndrome respiratória aguda grave (SRAG) abrange casos de síndrome gripal que evoluem com comprometimento da função respiratória que, na maioria dos casos, leva à hospitalização, sem outra causa específica. As causas podem ser vírus respiratórios, dentre os quais predominam os da influenza do tipo A e B ou bactérias, fungos e outros agentes.                                       

Perfil Epidemiológico dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em Santa Catarina

De 31 de dezembro de 2017 (SE 01) a 29 de dezembro de 2018 (SE 52) foram notificados 2.113 casos suspeitos de SRAG em Santa Catarina. Destes, 461 (21,8%) foram confirmados para Influenza, sendo 196 (42,5%) pelo vírus Influenza A(H1N1)pdm09, 223 (48,4%) pelo vírus A(H3N2), 11 (2,4%) estão aguardando subtipagem para identificação do tipo de vírus influenza A, 01 (0,2%) Influenza A encerrada por vínculo epidemiológico com um óbito confirmado com Influenza A H1N1 e 30 (6,5%) pelo vírus influenza B. Outros 1.131 (53,5%) casos de SRAG tiveram resultado negativo para influenza A e B (SRAG não especificada), 519 (24,6%) SRAG por outro vírus respiratório. Os dois casos que estão em investigação são residentes de Santa Catarina que foram atendidos nos estados do Paraná e Sergipe. (Tabela 1).

Tabela 1: Casos de SRAG segundo classificação final e agente etiológico. Santa Catarina, 2018.


*Casos em investigação de munícipes de Santa Catarina atendidos em outros estados

Fonte: SINAN INFLUENZA WEB (Atualizado em 08/01/2019).

Os municípios que apresentaram casos confirmados de SRAG pelo vírus Influenza foram: Florianópolis com 43 casos; Tubarão com 35 casos; Joinville com 29 casos; Criciúma com 27 casos; São José com 26 casos; Blumenau com 20 casos; Chapecó com 16 casos; Itajaí com 13 casos; Videira com 12 casos; Jaraguá do Sul com 10 casos; Canoinhas e São Miguel do Oeste com 9 casos cada; Laguna e Palhoça com 8 casos cada; Araranguá, Balneário Camboriú, Braço do Norte e Três Barras com 7 casos cada; Lages e Urussanga com 6 casos cada; Imbituba, Itapema, Maravilha, São Francisco do Sul e Tijucas com 5 casos cada; Biguaçu, Içara, Ituporanga, Mafra, Palmitos, Santo Amaro da Imperatriz e Tunápolis com 4 casos cada; Antônio Carlos, Camboriú, Capivari de Baixo, Guaramirim e Porto União com 3 casos cada; Araquari, Balneário Barra do Sul, Barra Velha, Indaial, Jaguaruna, José Boiteux, Leoberto Leal, Monte Carlo, Pescaria Brava, Pomerode, Rio do Sul, Rio Negrinho, Rodeio, São Ludgero, São Miguel da Boa Vista, Vidal Ramos e Xanxerê com 2 casos cada; Apiúna, Aurora, Bom Retiro, Brusque, Caibi, Canelinha, Cocal do Sul, Coronel Freitas, Curitibanos, Descanso, Dionísio Cerqueira, Dona Emma, Fraiburgo, Garopaba, Garuva, Gravatal, Guarujá do Sul, Guatambú, Ibirama, Imbuia, Ipuaçu, Iraceminha, Irani, Itaiópolis, Itapoá, Lauro Muller, Lebon Régis, Lontras, Mondaí, Navegantes, Nova Trento, Nova Veneza, Orleans, Passos Maia, Penha, Peritiba, Quilombo, Sangão, Santa Rosa de Lima, São Bento do Sul, São João Batista, São João do Sul, São Joaquim, São José do Cedro, Schroeder, Timbó, Turvo, União do Oeste, Xaxim e Zortéa com 1 caso cada. (Figura 1).

Figura 1: Casos confirmados de SRAG por influenza segundo município de residência. SC. 2018

Fonte: SINAN INFLUENZA WEB (Atualizado em 08/01/2019).

Em relação à idade, os casos de SRAG confirmados por influenza acometeram indivíduos nas faixas etárias: <2 anos (31 casos), de 2 a 4 anos (13 casos), de 5 a 9 (38 casos), de 10 a 19 anos (30 casos), de 20 a 29 (45 casos), de 30 a 39 (55 casos), de 40 a 49 (51 casos), de 50 a 59 (59 casos) e acima de 60 anos (139 casos). (Tabela 2)

Tabela 2: Casos confirmados de SRAG por influenza segundo faixa etária (em anos) e subtipo viral. SC, 2018


Fonte: SINAN INFLUENZA WEB (Atualizado em 08/01/2019.

Dos 461 casos de SRAG confirmados como influenza, 312 apresentaram algum fator de risco associado, dos quais 139 (44,6%) eram idosos (acima de 60 anos), 21 (6,7%) eram obesos, 31 (9,9%) eram crianças com idade abaixo de 2 anos e 103 (33,0%) eram portadores de doenças crônicas, além de 18 gestantes (tabela 3).  Do total de casos, 390 evoluíram para a cura, 12 ainda estão aguardando a evolução e 59 foram a óbito. Dos 390 pacientes que evoluíram para cura, 49 não fizeram uso do antiviral Oseltamivir(Tamiflu), 217 fizeram uso de antiviral, em média, três dias após o início dos sintomas de síndrome gripal (febre, tosse ou dor de garganta e, pelo menos, mais um dos sintomas: mialgia, cefaleia ou artralgia), 117 fizeram uso de Tamiflu de 4 a 24 dias após o início dos sintomas e, em apenas 7, não há registro dessa informação.

Tabela 3: Casos confirmados de SRAG por influenza segundo fatores de risco. SC, 

Fonte: SINAN INFLUENZA WEB (Atualizado em 08/01/2019).

Os casos confirmados de SRAG por influenza tiveram o início dos sintomas na Semana Epidemiológica (SE) 01 (31/12/2017) e tiveram o comportamento esperado para o período. O vírus Influenza A (H3N2) começou a circular já na SE 01, o Influenza A(H1N1)pdm09 na SE 09 e o Influenza B na SE 03. Observa-se, também, um número significativo de casos de SRAG por outros vírus respiratórios, como mostra o Gráfico 1.

Gráfico 1 - Casos de SRAG hospitalizados, classificação final por SE de início dos sintomas. SC, 2018

Fonte: SINAN INFLUENZA WEB (Atualizado em 08/01/2019).

Perfil dos óbitos em Santa Catarina                                     

Até o dia 29/12/2018, do total de casos de SRAG notificados, 253 evoluíram para óbito. Destes, 59 (24,2%) foram confirmados por Influenza, sendo 35 (60,3%) pelo subtipo A(H1N1)pdm09, 20 (34,5%) pelo subtipo A(H3N2), 2 (3,4%) pelo tipo B, 1 (1,7 %) por Influenza A encerrada por vínculo epidemiológico e 1 (1,7%) com subtipagem em andamento.

Outros 167 (68,4%) óbitos tiveram resultado negativo para os vírus Influenza A e B, sendo classificados como SRAG não especificada e 27 (11,1%) óbitos foram causados por outros vírus respiratórios, como mostram os dados da Tabela 4.

Tabela 4: Óbitos de SRAG segundo classificação final e agente etiológico. Santa Catarina, 2018.

Fonte: SINAN INFLUENZA WEB (Atualizado em 08/01/2019).

Os 59 óbitos por Influenza acometeram pacientes residentes em São José com 6 casos; Florianópolis com 5 casos; Jaraguá do Sul com 04 casos; Joinville com 3 casos; Araquari, Barra Velha, Blumenau, Imbituba, Itajaí, Lages, Palhoça, São Francisco do Sul, Tubarão e Vidal Ramos com 2 casos cada; Antônio Carlos, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Canoinhas, Capivari de Baixo, Criciúma, Garopaba, Gravatal, Guatambú, Içara, Leoberto Leal, Monte Carlo, Nova Trento, Passos Maia, Pomerode, Rio do Sul, Rio Negrinho, São Miguel da Boa Vista, Turvo, Urussanga e Videira com 1 caso cada.

Em relação à faixa etária, a maior proporção de óbitos ocorreu em pessoas acima dos 50 anos de idade, porém a que se atentar aos números das faixas etárias entre 30 e 49 anos (Tabela 5).

Tabela 5: Óbitos confirmados de SRAG por influenza segundo faixa etária (em anos) e subtipo viral. SC, 2017.

Fonte: SINAN INFLUENZA WEB (Atualizado em 08/01/2019).

 

Dos 59 óbitos de SRAG por influenza, 48 (81,4%) apresentaram algum fator de risco para agravamento e 11 (18,6%) não apresentaram fator de risco associado, como informa a Tabela 6. Desses, 9 pacientes fizeram uso de Oseltamivir um dia após o início dos sintomas, 38 fizeram uso somente após 2 e 7 dias do início dos sintomas, 3 fizeram uso após 8 dias do início dos sintomas e 9 não fizeram uso do medicamento.

Tabela 6: Óbitos confirmados de SRAG por influenza segundo fatores de risco. SC, 2018.

Fonte: SINAN INFLUENZA WEB (Atualizado em 08/01/2019).

 

Comparação de casos confirmados de SRAG pelo vírus influenza 2016- 2018

O monitoramento dos casos de SRAG, confirmados por influenza por meio do SINAN Influenza Web,indica que no período de 2016, observou-se um aumento no número de casos confirmados de SRAG por influenza a partir da SE 09 (28/2 a 5/3), com um pico na SE 14 (3 a 9/4), logo após, verifica-se uma queda no número de casos até a SE 21 (22 a 28/5). Em 2017, até a SE 52, os casos apresentados permaneceram dentro do esperado para o período. Em 2018, os casos seguem a mesma tendência de 2017 e há uma cocirculação de ambos os vírus Influenza tipo A. Observa-se, ainda, a partir da SE 24 (10 a 16/06), um aumento de casos que decaem a partir da SE 29, de acordo com o Gráfico 2.

Gráfico 2: Casos confirmados de SRAG por influenza segundo Semana Epidemiológica (SE) do início dos sintomas. SC, 2016-2018.

 

Fonte: SINAN INFLUENZA WEB (Atualizado em 08/01/2019).

Os meses de janeiro a abril sempre tiveram baixa circulação do vírus Influenza em Santa Catarina, tendo sido confirmados, nesse período, 8 casos em 2012, 21 casos em 2013, 7 casos em 2014 e 6 casos em 2015. Em 2016, nesse mesmo período, foram confirmados 404 casos de SRAG por influenza, uma ocorrência atípica para esse tipo de vírus. Os meses de maio a agosto são aqueles em que, historicamente, há maior circulação do vírus Influenza, e a ocorrência de casos em 2016 acompanhou a tendência histórica. Em 2017, os números acompanham as tendências apresentadas até o ano de 2015 e, a partir do mês de agosto, registrou-se historicamente nova queda no número de casos pela diminuição da circulação do vírus. Em 2018, os números estão dentro do limite histórico esperado para o período, com um aumento concentrado a partir do mês de junho e a partir de agosto há a tendência de diminuição do número de casos, de acordo com a Tabela 7.

TABELA 7: Casos confirmados de SRAG por influenza mês de início dos sintomas. SC, 2012-2018.

Fonte: SINAN INFLUENZA WEB (Atualizado em 08/01/2019).

Em relação aos tipos de vírus Influenza predominantes em Santa Catarina, em 2012 houve o predomínio do vírus Influenza A(H1N1)pdm09, com 722 casos e 75 óbitos. Em 2013, o vírus Influenza A(H1N1)pdm09 também predominou, com 229 casos e 34 óbitos; no entanto, os casos de Influenza A(H3N2) também foram significativos, apresentando 133 casos e 6 óbitos. Em 2014, ocorreu um predomínio na circulação do vírus Influenza A(H3N2), com 146 casos e 9 óbitos. Em 2015, ocorreu uma baixa circulação de ambos os vírus. Em 2016, houve o predomínio do vírus Influenza A(H1N1)pdm09, com 722 casos e 114 óbitos. Em 2017, o vírus que circulou foi o A(H3N2), com 233 casos e 29 óbitos. Em 2018, os vírus que circularam foram os da Influenza A(H3N2), Influenza A(H1N1)pdm09 e Influenza B, como se pode ver na Tabela 8.

TABELA 8: Casos confirmados de SRAG por influenza segundo classificação final. SC, 2012-2018.

Fonte: SINAN INFLUENZA WEB (Atualizado em 08/01/2019).

Considerações Finais

Em 2018, os registros de casos de influenza ficaram dentro do esperado para o período de sazonalidade, que vai do início de maio até o final de agosto. Houve o predomínio dos vírus Influenza A(H1N1) e Influenza A(H3N2) acometendo idosos e adultos portadores de comorbidades (doenças crônicas), indicando uma tendência de cocirculação desses dois subtipos de vírus. No ano de 2017, o predomínio foi quase absoluto do subtipo A(H3N2).

O perfil de casos mostra a importância de a população procurar o serviço de saúde mais próximo da residência aos primeiros sinais e sintomas de gripe para o tratamento adequado, em especial os portadores de fatores de risco para agravamento e óbito (idosos, crianças, doentes crônicos etc.), pois estes têm maior probabilidade de apresentar complicações quando infectados pelo vírus Influenza.

Apesar de o vírus influenza intensificar-se no período de maio a agosto (inverno), ele circula todos os meses do ano, portanto, devem ser reforçadas as medidas de prevenção, principalmente lavar as mãos com frequência e evitar ambientes fechados e com aglomeração de pessoas. Também é necessário manter superfícies e objetos que entram em contato frequente com as mãos, como mesas, teclados, maçanetas e corrimãos, limpos com álcool; e não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres.

Os serviços de saúde devem estar sempre preparados para promover o atendimento adequado aos casos de Síndrome Gripal, reforçando as medidas de manejo clínico dos casos. O uso do antiviral (Oseltamivir) está indicado para todos os casos de síndrome gripal com condições e fatores de risco para complicações e de síndrome respiratória aguda grave, independentemente da situação vacinal ou da confirmação laboratorial. Nos pacientes com síndrome gripal sem condições e fatores de risco para complicações, a indicação do antiviral deve ser baseada em julgamento clínico, se o tratamento puder ser iniciado nas primeiras 48 horas após o início da doença.

A terapêutica precoce reduz tanto os sintomas quanto a ocorrência de complicações da infecção pelos vírus da influenza, tanto em pacientes com condições e fatores de risco para complicações bem como naqueles com síndrome respiratória aguda grave. O antiviral apresenta benefícios mesmo se administrado após 48 horas do início dos sintomas.

A gripe causada pelo vírus influenza é uma doença grave que causa danos à saúde das pessoas há muitos séculos. É transmitida a partir das secreções respiratórias, podendo também sobreviver de minutos a horas no ambiente, sobretudo em superfícies tocadas frequentemente. A partir do contato com um doente ou superfície contaminada, o vírus pode penetrar pelas vias respiratórias, causando lesão que pode ser grave e até fatal, se não tratada a tempo.

A 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza em Santa Catarina foi realizada entre os dias 23 de abril e 8 de junho, sendo o dia 12 de maio o dia D de mobilização nacional. Salienta-se a importância da vacinação para prevenir o agravamento dos casos e a não disseminação para a população de risco.

O público-alvo da campanha em 2018 compreendeu: crianças entre 6 meses e 5 anos; gestantes; puérperas – até 45 dias após o parto; indivíduos com 60 anos ou mais; trabalhadores da saúde; professores do ensino infantil, fundamental e médio de escolas públicas e privadas e do ensino superior público e privado; povos indígenas; grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade; e funcionários do sistema prisional.

 

OUTRAS INFORMAÇÕES
-
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) – Vigilância de gripe em Santa Catarina:

http://www.gripe.sc.gov.br

- Protocolo de Tratamento de Influenza - 2017:

http://www.gripe.sc.gov.br/partials/material/ProtocoloTratamentoInfluenza.pdf

- Síndrome Gripal/SRAG – Classificação de Risco e Manejo do Paciente:

http://www.dive.sc.gov.br/gripe/img/fluxograma_gripe_novo.pdf

 

 

 


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