Vacinação contra a gripe alcançou 89% de cobertura em Santa Catarina

Em Santa Catarina, a 19ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza alcançou cobertura de 89,48% dos grupos prioritários, muito próximo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, que era atender 90% da população-alvo. “Consideramos esse resultado bastante positivo, visto que grande número da população vulnerável para as complicações da influenza está protegido com a vacina”, avalia Vanessa Vieira da Silva, gerente de Imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (Dive/SES/SC).

Até o dia 25 de julho, 1.219.616 pessoas dos grupos prioritários haviam sido vacinadas contra a gripe, entre idosos, crianças menores de cinco anos de idade, gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto), indígenas, professores e trabalhadores de saúde, de acordo com o balanço divulgado pela Dive/SC. Além dessas, foram aplicadas outras 482.119 doses em pessoas com comorbidades ou condições clínicas especiais, 15.064 na população privada de liberdade e 3.923 em funcionários do sistema prisional.

Como este ano, a campanha de vacinação foi excepcionalmente estendida a toda a população enquanto durassem os estoques de doses nos postos de saúde, 338.054 pessoas de outros grupos foram vacinadas contra a gripe em Santa Catarina até o momento. Vale salientar que esse balanço considera as doses aplicadas pela rede pública de saúde e pelas clínicas da rede privada credenciadas pela Dive/SC.

 

 

 

Atenção aos sintomas

Independemente da situação vacinal, quem apresentar tosse, febre alta e dores pelo corpo deve procurar um serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequados. Se além desses sintomas, a pessoa apresentar falta de ar ou possuir alguma doença crônica, como diabetes, doença cardíaca ou pulmonar crônica, o risco de agravamento é maior, assim como em idosos, crianças, gestantes, obesos e imunodeprimidos.

A gripe é uma doença respiratória grave, causada pelos vírus influenza, e pode levar a complicações severas e até provocar a morte. O tratamento realizado em até 48 horas do início dos sintomas reduz consideravelmente a chance de evolução da doença. O tratamento prevê diversas medidas, de hidratação até a utilização de um arsenal terapêutico indicado pelo médico que inclui o antiviral Tamiflu (oseltamivir), fornecido gratuitamente pela rede pública de saúde. 


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