Superintendente de Vigilância em Saúde visita as obras do Centro Integrado de Gestão de Riscos e Desastres

A Secretaria de Estado da Saúde integrará o novo sistema de proteção e defesa civil que está em fase de implantação em Santa Catarina. Esta semana, o superintendente de Vigilância em Saúde, Fábio Gaudenzi, visitou as obras do Centro Integrado de Gestão de Riscos e Desastres (Cigerd), que está sendo construído em Florianópolis, e conheceu os detalhes do sistema em audiência com o secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli. Participaram também do encontro, as biólogas Fernanda Rosene Melo e Daniela de Mattia Biz, analistas técnico em Gestão e Promoção da Saúde da Unidade de Resposta Rápida da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC).

O Cigerd está em construção na Avenida Governador Ivo Silveira, em Florianópolis, com expectativa de inauguração em outubro de 2017. A estrutura vai contar com o Centro de Monitoramento e Alerta, Meteorologia, Sistema de Hidrometeorologia, Geologia, Mapeamento de Áreas de Risco, Planos de Contingência, Planos de Ações Emergenciais, Gestão de Crise e Respostas a Desastres e integrará todos os setores necessários para o gerenciamento de crises. Com isso, garantir diminuição significativa de riscos para a população em uma situação de eventos adversos. Todas as forças estarão reunidas num mesmo local para tomar medidas em conjunto e, assim, diminuir o tempo de resposta ao cidadão. A central estará ligada aos 20 centros regionais que também estão sendo construídos nos municípios-sede dos coordenadores regionais da Defesa Civil de SC. O primeiro deverá ser inaugurado em Maravilha, em maio deste ano. "Com essa nova estrutura do Governo do Estado, sob o comando da Secretaria da Defesa Civil, Santa Catarina ganha capacidade de coordenar de maneira integrada a resposta aos eventos de importância estadual", ressaltou Fábio Gaudenzi.

Em abril, serão iniciadas pesquisas com todas as setoriais envolvidas para padronizar e normatizar as ações para atuação de todos em cenários de crise, construindo protocolos conjuntos. “O objetivo é identificar o que deflagra a anormalidade e como se organizam para definirmos os planos de contingência”, explicou o secretário Rodrigo Moratelli. Todo o sistema estará baseado em uma plataforma web que está sendo desenvolvida especialmente para Santa Catarina desde 2014 por uma empresa norte-americana especializada em plataformas de gestão de crise. “Sem informação, não tem ação”, reforça Moratelli. A partir da construção dos protocolos, a próxima etapa será a de operações simuladas no Cigerd e, num terceiro momento, a realização de simulados externos. “O Estado terá uma estrutura comparada a níveis internacionais em gestão de risco”, afirmou o secretário.

 


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