Dive/SC capacita médicos veterinários sobre diagnóstico de Raiva animal e Febre Amarela

A Gerência de Zoonoses da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) realizou, entre os dias 24 e 26 de novembro, em Lages, o treinamento para "Técnicas de coleta e envio de amostras para diagnóstico laboratorial de Raiva animal e Febre Amarela em Primatas não-humanos". O objetivo foi prestar orientação e capacitação a médicos veterinários vinculados e às secretarias de saúde municipais para o manejo dos animais referentes aos agravos e à  realização de coletas oportunas para o diagnóstico  da  Raiva Animal e Febre Amarela. No total, 21 médicos veterinários participaram do treinamento,
​cuja parte prática foi realizada
nas dependências do Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade Estadual de Santa Catarina (CAV/Udesc).

“Apesar de Santa Catarina ser considerada área controlada para raiva, há necessidade do envio de amostras para a vigilância de possível ocorrência desse agravo. A raiva é uma doença com letalidade próxima a 100% em humanos”, alerta a médica veterinária Alexandra Pereira, da Gerência de Zoonoses (Gezoo/Dive/SES/SC).

A vigilância de primatas não-humanos é importante para a observação da circulação do vírus amarílico. Os primatas são os primeiros a ficarem doentes, servindo como sentinelas para a doença e para o início de ações epidemiológicas de controle da doença em humanos. Os macacos não são transmissores da Febre Amarela, mas sim os mosquitos das espécies Haemagogus e Sabethes.


 

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